O restaurante que dá prato grátis a crianças quando pais aceitam ficar sem celular no jantar. UOL

Daniel Thomas - BBC News - 29/11/2018 09h33

Fazer com que as famílias deixem os tablets e smartphones de lado e conversem entre si na hora das refeições pode ser difícil, mas uma rede de restaurantes está tentando mudar isso.

Daigo Oliva/Folhapress

Pesquisa mostrou que as crianças querem que os pais gastem menos tempo no celular e mais tempo conversando com elas. Imagem: Daigo Oliva/Folhapress

Em regime experimental, os pais que estiverem dispostos a entregar os dispositivos aos funcionários do estabelecimento vão ganhar refeições gratuitas para as crianças.

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A rede Frankie & Benny’s, no Reino Unido, afirmou que a ideia surgiu após a realização de uma pesquisa, encomendada pela empresa, que ouviu 1,5 mil pais e filhos.

O resultado mostrou que as crianças querem que os pais gastem menos tempo no celular e mais tempo conversando com elas.
De acordo com o levantamento, cerca de 10% tentam esconder o aparelho deles para chamar a atenção.

E, para quase o dobro, a impressão é que os pais preferem estar com seus telefones do que conversando com elas.

Mais de um quarto dos pais admitiram, por sua vez, que checam seus telefones durante as refeições em família, enquanto 23% fazem o mesmo enquanto o filho conta como foi seu dia.

Durante a promoção “No Phone Zone” (Área Sem Celular, em tradução livre), que acontece de 29 de novembro a 7 de dezembro, o Frankie & Benny’s vai oferecer às famílias uma caixa na qual vão poder guardar os aparelhos.

Ninguém será forçado a participar, ressalta a empresa, mas os funcionários serão “incentivados” a fazer com que os clientes se envolvam.

A rede, que tem 250 restaurantes, também disse que gostaria de lançar a promoção de maneira permanente se for bem-sucedida.

Algumas pessoas elogiaram a iniciativa pelo Twitter, enquanto outras se mostraram mais céticas.

“Onde é esse lugar mágico e como eu chego lá?”, escreveu Alexis Martin.

Sue Lamming tuitou: “Que ideia ótima, mas será que as famílias vão saber o que falar entre si?”

O analista de varejo Steve Dresser se perguntou, no entanto, se seria uma manobra para impedir temporariamente os clientes de se queixarem do serviço do restaurante nas redes sociais.

“Analisamos várias maneiras de incentivar as pessoas a interagirem mais à mesa de jantar. E descobrimos que dar às famílias a chance de deixar seus dispositivos de lado por apenas algumas horas é uma ótima forma de aproximá-las e de aproveitar o tempo em família”, afirmou um porta-voz da empresa.

 https://noticias.uol.com.br/tecnologia/noticias/bbc/2018/11/29/o-restaurante-que-da-prato-gratis-a-criancas-quando-pais-aceitam-ficar-sem-celular-no-jantar.htm?cmpid=copiaecola

MODELO DE SUCESSO. BARZINHO FAMILIAR.

Bar familiar em São Paulo chega na terceira geração fazendo sucesso.

Aberto nos anos 1970 como um empório, o empresário Luiz Fernandes mudou o foco e o público-alvo do negócio e hoje é uma das referências de boteco em São Paulo.

Por Paula Monteiro 18/11/2018 08h25  - PEGN

Em São Paulo, um bar aberto nos anos 70 resiste até hoje graças à garra de 3 gerações de uma família. O bar foi aberto pelo seu Luiz Fernandes e a mulher Idalina Fernandes em 1970. Os pais dele já tinham um empório. Com a chegada dos supermercados, tiveram que mudar o foco e o público-alvo.
E a mudança deu certo. O bar vive sempre lotado. Nos anos 80, ganhou um reforço. Eduardo Fernandes, filho de seu Luiz e dona Idalina, entrou no negócio. Hoje ele conhece cada cliente pelo nome. Todos admitem que trabalhar em família não é fácil. Mas aí um cede aqui, outro lá e a coisa anda.
“Negócio de família tem que ser sério. Chefe responsável, que respeite, não pode ser um puxa aqui outro lá, não vai dar certo. Aqui tem um e eles respeitam minha opinião. Não vou contra a deles mas funciona mesmo”, diz Luiz.
A terceira geração, das netas Carolina Fernandes e Catarina Fernandes, por exemplo, chegou trazendo o que todo jovem empreendedor sabe fazer: transformar uma dor em solução. Hoje, no dia a dia, cada um tem uma função. Dona Idalina cuida do balcão. Seu Luiz prepara as bebidas. Eduardo fica no atendimento. Carolina cuida do caixa e Catarina controla o estoque e gerencia a cozinha.
A Catarina explica que quando entrou no bar, o bolinho era feito manualmente. E que a cozinheira que trabalhou no bar durante 23 anos, tinha dores nas costas por causa disso. Foi esse fato que impulsionou a Catarina a ir atrás de máquina para fazer esse trabalho que antes era manual. Hoje, as máquinas que ela comprou ajudam a abastecer as 3 unidades do bar, todas na Zona Norte de São Paulo.
Antes, cada casa fazia seu bolinho de carne, cada uma com uma receita. Agora, é entregue nas casas já embalado e porcionado na forma correta. A receita e o tamanho foram padronizados em todas as casas.
A máquina tem capacidade de enrolar 5 mil bolinhos por hora. Só do bolinho mais famoso são 3 toneladas de carne moída, consumidas por mais de 5 mil pessoas por mês, nas 3 unidades.
O bar vai oferecer também delivery depois de 48 anos de tradição. A divulgação é feita pelas redes sociais. Mas o velho boca a boca ainda pesa.
Uma outra forma de inovar sem perder essência também foi trazer o bar para a praça de alimentação de um shopping, numa operação mais enxuta, com menos funcionário e cardápio reduzido. A familia não revela o faturamento. O bar do seu Luiz virou referência de boteco em São Paulo.
Bar do Luiz Fernandes – Augusto Tolle
Rua Augusto Tolle, 610 – Mandaqui
São Paulo / SP – CEP: 02405-001
Telefone: (11) 2976-3556
Site: www.bardoluizfernandes.com.br
Bar do Luiz Fernandes – Cervejaria
Av. Eng. Caetano Álvares, 5470 – Mandaqui
São Paulo / SP – CEP: 02413-100
Telefone: (11) 2971-2111
Site: www.bardoluizfernandes.com.br
Bar do Luiz Fernandes – Andorinha
Av. Parada Pinto, 2262 – Andorinha Hiper Center – Horto Florestal
São Paulo / SP – CEP: 02611-001
Telefone: (11) 2231-1359
Site: www.bardoluizfernandes.com.br 

Fonte: https://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2018/11/18/bar-familiar-em-sao-paulo-chega-na-terceira-geracao-fazendo-sucesso.ghtml

Entregando comida pelos ares

Entrega de alimentos atinge US $ 3,5 bilhões em financiamento VC, Uber Eyes Food Delivery Drones

de Phoebe Tran 25 de outubro de 2018
Fonte: Getty Images


Todas as semanas acompanhamos as tendências de negócios, tecnologia e investimento em CPG, varejo, restaurantes, agricultura, culinária e saúde, para que você não precise. Aqui estão algumas das principais manchetes desta semana.

Serviços de entrega de mercearias e restaurantes são os últimos frenesi para investidores, com US $ 3,5 bilhões gastos em financiamento de capital de risco em 2017. Na Europa, € 750 milhões serão investidos em tecnologia de alimentos até o final de 2018, com a maior parte da atividade ocorrendo no setor. setor de entrega de alimentos.

Uber está aparentemente procurando por drones de entrega de comida. Enquanto isso, a Amazon fez seu primeiro investimento em tecnologia de restaurantes. Está financiando uma quantia não revelada para o SevenRooms, a fim de trazer pela primeira vez tecnologia em serviço e ativada por voz para os restaurantes.

Veja o artigo completo da FoodTech Connect em inglês aqui

Mercado fast-food

A rede Popeyes entra na disputa pelo mercado fast-food de frango no Brasil e vai investir R$ 1 bilhão na abertura de 300 restaurantes. Como o KFC vai reagir?
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A guerra dos frangos

Apetite: Ildefonso de Castro, do KFC Brasil, diz que a ideia do balde é a mais copiada do mundo no setor

Valéria Bretas (IstoÉ Dinheiro)

09/11/18 – 11h00

A rede de fast-food de frango KFC, que pertence ao Grupo Yum!Brands International, esconde a sete chaves a receita de onze ingredientes desenvolvida em 1939 pelo Coronel Sanders, nos Estados Unidos – uma das razões pelas quais a marca é tão popular nos 125 países onde está presente. No Brasil, a rede chegou já na década de 70, com o nome completo de Kentucky Fried Chicken, mas teve dificuldades para crescer e precisou fechar as portas. Ela tentou novamente nos anos 90 e começo de 2000, com resultados igualmente desastrosos.

Uma virada tímida começou em 2011, quando o KFC adotou um modelo de lojas compactas, de até 60 metros quadrados, em shoppings centers. Ainda assim, a média de inaugurações da rede não passava de dez unidades ao ano – hoje totalizam apenas 50 estabelecimentos. Em janeiro deste ano, o empresário Carlos Wizard Martins, controlador das franquias Pizza Hut e Taco Bell, decidiu sacudir esse mercado: apesar dos frequentes naufrágios da companhia, Wizard comprou a operação do KFC no Brasil.

O valor do negócio não foi revelado. Mas, no começo do ano, o empresário disse à DINHEIRO que desembolsaria R$ 60 milhões na abertura de 20 lojas próprias nos próximos 5 anos. Agora, o plano é ainda mais ambicioso: a meta é abrir 500 novas lojas nos próximos 10 anos. Até o final deste ano, serão 25 novos pontos em todo o país.

Mas o KFC vai ter de encarar um concorrente de peso. A rede americana Popeyes Louisiana Kitchen, segunda maior cadeia de fast-food de frango do mundo, inaugurou suas operações no Brasil em outubro deste ano. A marca foi comprada em fevereiro do ano passado pela Restaurant Brands International (RBI), controlada pelo 3G Capital, dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcelo Telle e Carlos Alberto Sicupira – que também controlam a rede Burger King no país. Em março, a BK Brasil selou um acordo com a RBI para ser a masterfranqueadora da Popeyes durante 20 anos.

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om fôlego: “Temos um mercado enorme de consumo de frango”, diz Miranda, da Popeyes
O apetite da companhia é grande. A intenção de Iuri Miranda, presidente da marca no Brasil, é investir R$ 1 bilhão na abertura de 300 restaurantes nos próximos 10 anos. Para isso, a ideia do executivo é atuar com similaridade ao que fez com Burger King no país, que aumentou o número de restaurantes de 100 para mais de 700 em 7 anos. “Nós percebemos que há um mercado enorme de consumo de frango no Brasil”, diz Miranda. “O que a gente quer é transformar essa proteína em protagonista na alimentação fora do lar.”

Assim como no KFC, o carro chefe do negócio é o frango empanado. A diferença, segundo o presidente da Popeyes, é o método de preparo, que envolve um tempero típico da Louisiana, no qual a proteína é marinada durante 12 horas. A chegada da rival, no entanto, não assusta o KFC. Com presença já consolidada nas praças de alimentação de shoppings, o foco da companhia liderada por Wizard será nos restaurantes de rua – com 250 metros quadrados – e no delivery dos produtos. “Até o final deste ano, vamos ter 20 lojas com esse serviço”, afirma Ildefonso de Castro, gerente-geral do KFC Brasil.

Além de desenvolver um aplicativo próprio, o executivo antecipou à DINHEIRO que vai utilizar a plataforma da UberEats para realizar as entregas. No total, entre investimentos da marca e dos franqueados, serão desembolsados R$ 40 milhões até dezembro. “Somos a marca mais copiada do mundo. Todas que usam o formato de frango no balde estão replicando o que o KFC lançou em 1952”, afirma Ildefonso Castro.

Para os especialistas em food service, o interesse no mercado brasileiro tem fundamento. Por aqui, a alimentação fora de casa representa 28% do gasto da população, enquanto que em outros países, como China e Estados Unidos, o percentual chega a 83% e 52%, respectivamente. “O frango é a proteína mais consumida no Brasil. São 42 quilos por habitante por ano”, diz Cristina Souza, diretora executiva da consultoria GS&Libbra. “O problema é que nenhuma rede internacional tinha se consolidado com força nesse segmento.”

Para Rafaela Natal, especialista na área de alimentação da consultoria AGR, a expansão agressiva das duas redes é positiva e deve reanimar os investimentos no setor. “Essa concorrência acaba chamando atenção de outras redes para estabelecerem suas lojas no Brasil”, afirma. “Quanto mais elas crescerem, mais competitividade haverá no mercado – inclusive entre as redes nacionais. As duas marcas precisam mostrar a que vieram.” Resta saber que tempero vai ganhar a preferência do consumidor. A guerra dos frangos promete ser saborosa.

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https://www.istoedinheiro.com.br/a-guerra-dos-frangos/

Robô fazendo pizza. #AporteEmTecnologia

Pizza de Zume gera $375 M, Instacart lança mercearia Pickup em todo EUA

Fonte: Beira
Toda semana que nós rastreamos o negócio, as tendências de tecnologia e investimento na CPG, varejo, restaurantes, agricultura, culinária e saúde, então não precisa. Aqui estão algumas das principais manchetes desta semana.

Após Pilotworks abruptamente desligamento e deixou cerca de 200 empresas do sector alimentar lutando, crowdfunding sites PieShell e OurHarvest lançaram uma campanha conjunta para angariar fundos para os afetados. Cabeça aqui para apoiar seus esforços.

Softbank visão fundo investiu US $ 375 milhões em Zume, a inicialização do robô pizza maker. Heinz Kraft adquiriu inicialização AI Wellio por uma quantia não revelada. Limão sujo descontinuou a sua bebida CBD, refletindo uma maior resposta ao espaço imprevisível da indústria de grandes jogadores como Coca-Cola.

E finalmente, a Instacart lançou seu serviço de pick-up de compras em todo o país.

Confira nosso round-up semanal da top alimentos startup, tecnologia e inovação notícias do última semana abaixo ou folhear o boletim completo aqui.
https://foodtechconnect.com/2018/11/08/zume-pizza-raises-375m-instacart-launches-grocery-pickup-across-us/

Inspire-se com os melhores bares

Le Pain Frances Restaurant, Gotemburgo, Suécia

Esse bar que está mais para restaurante, lembra um pouco o filme “Alice no país das maravilhas” por conta dos móveis e da arquitetura.

Le Pain Frances Restaurant2

Mas ele foi criado com o intuito de lembrar o estilo das padarias e cafés da França, mesmo localizado na Suécia. Com um projeto cenográfico onde as cores e texturas são usadas com elegância, tecnologia e designer tudo junto e a distorção das proporções, o lugar oferece uma experiência lúdica em um ambiente super agradável.

Le Pain Frances Restaurant


Fonte: http://www.loucoporviagens.com.br/2014/11/07/os-pubs-mais-incriveis-ao-redor-do-mundo-7-11/

Site oficial: http://www.lepainquotidien.com.br

Lei da Gorjeta

Desde março de 2017, a gorjeta está regulamentada no Brasil.
Trata-se da Lei 13.467/17 e resolução CGSN Nº 140 da receita federal.

Veja o documento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes abaixo:

Veja maiores detalhes neste documento da Abrasel.

http://www.abrasel.com.br/images/docs/GuiaAbraselGorjetas2018.pdf

31/10/2018 – Brasil tem nove restaurantes na lista dos 50 melhores da América Latina (abrasel)


D.O.M., do chef Alex Atala, foi o brasileiro melhor posicionado no ranking Latin America’s 50 Best Restaurants: ficou em 5° lugar.

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O restaurante D.O.M., do premiado chef Alex Atala, foi eleito o 5° melhor da América Latina e a melhor casa brasileira, de acordo com o prêmio Latin America’s 50 Best Restaurants, que aconteceu na noite da última terça-feira (30) em Bogotá, na Colômbia. Além da casa de Atala, mais oito brasileiros foram premiados durante a cerimônia da noite de ontem (30). São eles, nas devidas posições do ranking da AL:

5. D.O.M (São Paulo)
7. Mani (São Paulo)
26. Lasai (Rio de Janeiro)
27. Olympe (Rio de Janeiro)
33 Oteque (Rio de Janeiro)
45. Mocotó (São Paulo)
49. Oro (Rio de Janeiro)
50. Tuju (São Paulo)

A lista deste ano teve algumas alterações em comparação à de 2017. O Esquina Mocotó, que fechou as portas neste mês, estava posicionado na 41ª posição. Por outro lado, o Oteque e o Oro, ambos no Rio, estrearam na lista. Ainda em relação ao ranking anterior, apenas A Casa do Porco subiu uma posição. O D.O.M. caiu da 3ª para a 5ª posição neste ano. O Maní, da chef Helena Rizzo, também foi do 9° lugar para a atual 12° posição. O Lasai passou da 16ª para a 26ª, o Mocotó caiu da 27ª para a 45ª e o Tujo foi do 45° lugar para 50ª posição, entre 2017 e 2018.

Lista completa

O ranking dos melhores restaurantes da América Latina contou com restaurantes de oito países da região. Lima, capital do Peru, lidera a lista com duas casas: Maido e Central, ambos da cidade, são os primeiros colocados, seguidos pelo Pujol, do México, e Boragó, no Chile. Clique AQUI  e veja abaixo a lista completa dos 50 melhores restaurantes da América Latina em 2018.

Fonte:HuffPostBrasil /abrasel